quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Uma trajetória que fala por si: Dra. Janielly Nunes coloca sua história à disposição do Quinto Constitucional



Há histórias profissionais que podem ser resumidas em um currículo. A da Dra. Janielly Nunes não. Sua trajetória precisa ser contada pelos caminhos que percorreu, pelos lugares onde aprendeu a exercer o Direito e, sobretudo, pelas experiências que transformaram uma jovem que saiu do Sertão do Pajeú em uma advogada com presença reconhecida em diferentes espaços da advocacia pernambucana.

Natural de Carnaíba, Dra. Janielly deixou o Sertão ainda jovem para estudar no Recife. Levou consigo a origem sertaneja, mas também a disposição de quem sabia que precisaria construir, passo a passo, o próprio espaço. E foi justamente no Direito que encontrou o caminho para transformar estudo em profissão, profissão em experiência e experiência em uma atuação que hoje se coloca à disposição da advocacia por meio de sua candidatura ao Quinto Constitucional.

Sua história profissional começou antes mesmo da advocacia consolidada. Foi estagiária do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco e também do escritório Gamborgi, Brunão e Camisão Advogados Associados. Passou pelo Procon e pela Prefeitura de Olinda e atuou durante cinco anos na Justiça Federal.

Mas talvez um dos capítulos mais expressivos de sua caminhada esteja justamente no retorno ao lugar onde começou. Depois de ter sido estagiária, voltou ao escritório Gamborgi, Brunão e Camisão, desta vez como profissional contratada. Com o tempo, tornou-se sócia e passou a atuar nas unidades de Recife, Petrolina e Santa Catarina.

É uma trajetória que revela algo maior do que uma ascensão profissional. Revela permanência, confiança conquistada e reconhecimento construído no exercício cotidiano da profissão.

Ela também fez da advocacia uma experiência de território. Sua atuação alcançou mais de 40 comarcas, permitindo que conhecesse de perto diferentes realidades da advocacia pernambucana. Fóruns, escritórios, instituições, colegas e clientes fizeram parte de uma caminhada que lhe deu uma percepção concreta sobre o que significa exercer a advocacia para além dos grandes centros.

Essa vivência ajuda a explicar a identidade que carrega hoje: a de uma profissional que conhece diferentes lados do Direito porque esteve neles. Conheceu a administração pública, a advocacia privada, a Justiça Federal, a sala de aula e as diferentes realidades enfrentadas por quem vive a profissão diariamente.

A docência veio como extensão natural dessa experiência. Professora cadastrada pela Escola Superior de Advocacia (ESA), Dra. Janielly percorreu Pernambuco ministrando aulas, compartilhando conhecimento e estreitando relações com a advocacia. Na sala de aula, passou a fazer também aquilo que sua própria trajetória lhe ensinou: ouvir, dialogar, ensinar e aprender com diferentes gerações de profissionais.

Ao mesmo tempo, segue investindo na própria formação. É mestranda no Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade Católica de Pernambuco, reafirmando uma característica que atravessa sua trajetória desde o início: a compreensão de que, no Direito, experiência e conhecimento precisam caminhar juntos.

Mas existe uma dimensão ainda mais humana nessa história.

Ela carrega consigo a memória de quem saiu do Sertão para buscar oportunidades e precisou construir seu próprio caminho em um ambiente competitivo. Sua história não nasceu em um lugar de facilidades. Foi sendo edificada com estudo, trabalho, escolhas e perseverança.

Talvez por isso sua relação com a advocacia tenha uma dimensão que ultrapassa a profissão. Ela conhece os desafios de quem está começando, conhece a realidade de quem atua longe dos grandes centros e conhece também a responsabilidade de ocupar espaços de representação.

É nesse ponto que sua candidatura ao Quinto Constitucional ganha significado.

Dra. Janielly não apresenta apenas um nome para a disputa. Apresenta uma trajetória. A trajetória de uma mulher que começou como estagiária, passou por importantes instituições, chegou à sociedade de um escritório, atuou em dezenas de comarcas, esteve na Justiça Federal, percorreu Pernambuco como professora e continua buscando formação e aperfeiçoamento.

Uma trajetória que também carrega a defesa de que as mulheres devem ocupar mais espaços, participar das decisões e estar presentes onde os destinos da advocacia são discutidos.

Sua candidatura nasce, portanto, de uma caminhada que já deixou marcas.

Do Sertão do Pajeú às salas da Justiça. Do estágio à sociedade de um escritório. Da experiência institucional à docência. Das grandes cidades às mais de 40 comarcas por onde passou.

Janielly Nunes chega ao Quinto Constitucional levando consigo aquilo que nenhum currículo consegue traduzir completamente: a experiência de quem viveu a advocacia por dentro.

E talvez seja justamente essa a força de sua história.

Porque antes de existir uma candidatura, existiu uma mulher que precisou abrir caminhos. Antes de existir um projeto de representação, existiram anos de estudo, trabalho, deslocamentos, desafios e escolhas. E antes de pedir que a advocacia conheça seu nome, Janielly construiu uma história que fala por ela.

Agora, coloca essa história novamente à disposição da advocacia pernambucana, levando consigo a convicção de que representar uma classe exige mais do que ocupar um espaço: exige conhecer suas dores, compreender suas diferentes realidades e ter vivido, de verdade, o exercício da profissão.

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