quinta-feira, 14 de maio de 2026

Dra. Beatriz Felix se destaca na advocacia criminal com atuação humanizada e referência no Tribunal do Júri



A advogada criminalista Dra.  Beatriz Felix vem conquistando reconhecimento no cenário jurídico por sua atuação firme, técnica e profundamente humanizada na advocacia criminal. Especialista em Tribunal do Júri, Ciências Criminais Investigativa, Execução Penal, Direito Penal Econômico e Direito Penal e Processual Penal, Beatriz atua majoritariamente em casos ligados ao Tribunal do Júri e crimes financeiros, áreas que exigem preparo estratégico, sensibilidade e domínio técnico.

Com uma trajetória construída pela coragem, compromisso e dedicação ao Direito, Beatriz representa uma nova geração de advogadas criminalistas que enxergam a advocacia como instrumento de transformação social e defesa da dignidade humana. Sua atuação vai além dos tribunais, alcançando também espaços acadêmicos e institucionais importantes para o fortalecimento da advocacia criminal no Brasil.

Militante e especialista em direitos da comunidade LGBTQI+, a advogada também se destaca por levantar pautas ligadas à inclusão, cidadania e direitos humanos, contribuindo para uma advocacia mais plural, acessível e comprometida com as realidades sociais. Como palestrante e professora, compartilha conhecimentos e experiências com estudantes e profissionais do Direito, fortalecendo a formação de novos operadores jurídicos.

Atualmente, Dra. Beatriz Felix ocupa posições de destaque dentro da advocacia criminal organizada. É secretária da União Nacional das Advogadas Criminalistas e Acadêmicas em Direito de Sergipe (UNACRIM/SE), coordenadora-geral do núcleo de Tribunal do Júri do Projeto Liberdade e presidente interina da Comissão Especial de Política Criminal e Penitenciária da OAB/SE para o triênio 2025-2027.

Sua atuação no Tribunal do Júri é marcada pela sensatez e equilíbrio; características que considera essenciais para uma defesa eficiente e verdadeiramente justa. Para Beatriz, o plenário do júri exige humanidade, responsabilidade e estratégia, onde emoção e razão precisam caminhar lado a lado.

Mais do que uma advogada criminalista, ela  se tornou símbolo de uma advocacia combativa e humanizada, que compreende o Direito Penal como reflexo da sociedade e instrumento de garantia de direitos fundamentais. Sua trajetória reafirma diariamente que defender é um ato de coragem, e que, no Tribunal do Júri, a coragem continua sendo o primeiro argumento.

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